Com certeza esse relato não poderia ficar de fora. Certa vez como sempre estavamos reunidos na casa do Gil, o Tio Fernando estava cuidando do seu novo xodó, um Fiat Prêmio (ainda acho que ele deveraia ter continuado com o Bejão), naquele dia em especial o tio tirou para lavar seu carro, após uma jateada de água ele começou a limpar por dentro do carro, e lá estava ele passando aspirador concentrado no que fazia, foi ai que me surgiu a brilhante ideia de dar uma banho nele, então junto com meu fiel escudeiro Berta que filmava todaa ação, enchi um pote de água me aproximei vagarosamente do Tio e com todo carinho possível despejei toda a água em suas calças, o Tio só teve uma única reação dar um pulo e um grito, afinal de contas a água estava bem gelada. Para entender melhor essa história assista a dramatização feita por nossos atores.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Relato nº 23
Por mais que sempre estavamos reunidos as vezes batia um tédio simplesmente por não ter o que fazer, nem sempre se arrumava um campo pra bater aquela bolinha, ou como na maioria das vezes a grana era curta pra fazer outra coisa, em uma dessas vezes então, ja no final da tarde resolvemos que queriamos brincar na areia, mas onde arranjar areia, foi então que surgiu a solução o Vô do Diego era vigia no Bortolon e lá havia vários montes de areia, não pensamos duas vezes corremos para lá pulamos o portão e brincamos a noite toda, tirando várias fotos e se divertindo muito, a única pessoa que não ficou feliz aquele dia foi a Tia Rosaura que teve que limpar toda a areia que trouxemos junto dentro das nossas roupas. Para entender melhor essa história assista a dramatização feita por nossos atores
Relato nº 66
Finalmente após várias tentativas conseguir tirar a carteira de motorista então na primeira oportunidade que tive de ir a Vacaria fui correndo trovar o meu pai para me emprestar o carro, após muito mas muito choro mesmo, ele cedeu as minhas exigências e me emprestou a towner, louco de faceiro que fiquei não via a hora de chegar na casa do Berta dessa vez motorizado, tava mais feliz que guri de bombacha nova, depois da janta sempre inventavamos uma ou outra brincadeira e dessa vez não foi diferente, resolvemos brincar de carrinho-Choque com os carros de verdade, Claro que sem bater um no outro, ficamos apenas andando em círculos no pátio do Berta, cinco minutos depois, paramos e fomos jogar sinuca que era menos arriscado, algum tempinho depois o Bê que também estava na janta resolveu sair de carro, o espaço entre o meu carro eo dele era de mais ou menos uns 15 metros não sei como, mas ele conseguiu acertar o meu carro quando deu ré, moral da história foi a primeira e última vez que o pai me emprestou o carro Para entender melhor essa história assista a dramatização com nossos atores.
Relato nº 18
Há muito tempo atrás,começava as mudanças na rotina da galera o pessoal começou a se mudar de vacaria, entrar na faculdade, começavam os namoros e tudo mais, três grandes amigos haviam passado no vestibular aquele ano, Os Clones Jonas e Gélson e o pequeno grande Lucas, todo o pessoal reunido lá na casa do Berta pra mais uma das já tradicionais jantinhas, entre uma brincadeira e outra, ou melhor entre um montinho e outro, foi dada a largada a caça aos "bixos" rápinho pegamos os clones e cortamos os seus cabelos, mas ai que surge o dilema, o Lucas também tinha passado no vestibá, mas da outra vez que tentamos cortar o cabelo dele, ele simplesmente sai carregando todo mundo sem nem se esforçar muito, então num momento de distração do meu amigo me aproximei por trás e dei uma única tesourada no único fiapinho de cabelo levantado que tinha, ja sabendo da reação que ele teria tentei sair correndo, mas não deu tempo, ele consegui me pegar, me levantou acima da sua cabeça e me jogou no chão como se eu fosse uma bola, na posição que cai no chão foi a mesma que fiquei nos 30 minutos seguintes, sem conseguir me mexer nem para piscar os olhos. Para entender melhor essa história assista a dramatização com nossos atores.
sábado, 17 de abril de 2010
Relato nº 37
O Preocupado
Certa vez juntamos a galera e fomos comer um Xis lá no Esquinão Entre conversas, xis, catchup e maionese, em certo momento parei, me recostei na cadeira e ficoi pensativo, a Jéssica me olhou e perguntou - Ta tudo bem contigo, parece triste Nem pensei direito na resposta apenas saiu instantâneamente. - To preocupado, perdi uma coisa e não acho. A Jéssica com uma carinha de dó ainda perguntou, mas o que foi que você perdeu. sem piscar falei. - A MINHA VIRGINDADE.... uhauhauhauhauhuahuaha... A Jéssica chorou de tanto rir, e ficou chorand muito tempo depois e cada vez que eu encontro ela e falo que perdi uma coisa ela ainda se deita de rir. Para entender melhor essa história assista a dramatização feita por nossos atores
Certa vez juntamos a galera e fomos comer um Xis lá no Esquinão Entre conversas, xis, catchup e maionese, em certo momento parei, me recostei na cadeira e ficoi pensativo, a Jéssica me olhou e perguntou - Ta tudo bem contigo, parece triste Nem pensei direito na resposta apenas saiu instantâneamente. - To preocupado, perdi uma coisa e não acho. A Jéssica com uma carinha de dó ainda perguntou, mas o que foi que você perdeu. sem piscar falei. - A MINHA VIRGINDADE.... uhauhauhauhauhuahuaha... A Jéssica chorou de tanto rir, e ficou chorand muito tempo depois e cada vez que eu encontro ela e falo que perdi uma coisa ela ainda se deita de rir. Para entender melhor essa história assista a dramatização feita por nossos atores
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Relato nº 01.
Era uma vez a muito, muito tempo atrás dois jovens que moravam em Santa Maria, certo dia eles resolveram viajar para Vacaria, como estavam com muitas malas e meio atrassados resolveram pegar um taxi, assim que chegaram na rodoviária um dos amigos desceu e foi tirar as malas do porta-malas, enquanto o outro pagava a corrida, o Taxista vendo que estava atrapalhando o trânsito falou. - Vou colocar o carro mais pra frente. Quando o Taxi arrancou, o Amigo que estava pegando as malas ficou desesperado, pensando que ele estivesse roubando as malas, sem pensar deu um grito. - OOOOOOOOOOOOHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH..!!!! O taxista ja havia parado, então os dois amigos ficaram se olhando com a cara que não sabiam onde esconder, e se segurando para não deitar no chão de tanto rir. Para se entender melhor a história assista a dramatização feita por nossos atores
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